Hoje Mariana e eu vamos assistir ao filme Nome Próprio, que tem até blog.
O filme é baseado no livro Máquina de Pinball, da Clarah Averbuck, que por acaso, neste momento, pode ser baixado de graça, ou seja, corram e peguem uma cópia (e se a editora fechar e você não pegar deixe um comentário neste post que eu te mando, já que eu baixei, mesmo já tendo o livro). Ah, o livro é bom, vale a pena.
Fiquei sabendo da existência da Clarah, se não me engano, pelo Jesus me chicoteia do Marco Aurélio, porque ele conhece a menina e apontava para o antigo blog dela, o Brazileira Preta, por algum motivo. O Brazileira Preta era muito legal, a Clarah escreve bem, mas depois que engravidou tudo mudou, parece que a maternidade, que é um esforço violento de criação, levou consigo também sua capacidade de criação literária. Espero que temporariamente, já que ela era boa mesmo. Ela tinha uma irreverência que não é tão comum, e que vinha acompanhada de uma certa inconsequência, e me parece agora ela é mãe e não é mais tão inconsequente não dá para ser tão irreverente. Ou não, e eu estou viajando na maionese. Enfim, não faz diferença, espero que o blog atual dela fique melhor e mais parecido com os outros, para eu voltar a ter saco de ler além da segunda linha, já que meus amigos todos abandonaram seus blogs e eu hoje só leio blogs técnicos.
O mais legal de tudo é que eu ganhei o convite para assistir o filme de graça, já que ainda não estreou, mas eu vi um post no blog do filme que estava distribuindo alguns poucos e eu aproveitei e peguei um para mim. Depois, se eu tiver tempo, conto como foi o filme.
Comentários: (Postar um comentário)
Giggio amico !
Sugiro a leitura da Idade da razao, de Sartre. Discute justamente a liberdade.
A grande questao eh : como se libertar de algo que NAO, ou NUNCA te predeu ? Para se estar liberto, eh necessario primeiro estar preso, para senti-la verdadeiramente. E aih, por que nao, ter a seguranca da liberdade. Seriam mesmo opostos ?
Beijos !
Danie
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